Começar

História pessoal

Uma retrospectiva que não parece um slideshow

Fotos numa trilha sonora com transição de zoom todo mundo já viu. O que emociona é a história ter ordem, ritmo e um fio que conduz.

O que a gente faz com as suas fotos

Começando pelo que mais importa, porque é o que decide se você vai mandar a foto da sua mãe para um site que acabou de conhecer.

As fotos são usadas só para gerar o que você pediu. Não treinamos modelo com o seu material e não repassamos nada para ninguém. Os arquivos finais ficam disponíveis por trinta dias para download, e as fotos enviadas são apagadas por rotina automática, não por alguém lembrar de apagar.

Por que o resultado é ilustrado, e não uma imitação do rosto

O padrão da casa é estilo ilustrado, e isso é uma decisão, não uma limitação escondida. Tentativa de imitar o rosto real de alguém cai no vale da estranheza com facilidade — fica quase certo, e o quase é justamente o que incomoda quando a pessoa é da sua família.

Ilustrado carrega a semelhança pelo que importa (o gesto, o cabelo, o jeito de olhar) sem prometer uma cópia que decepcionaria. Na prática, é também o que as pessoas choram assistindo.

Quando há criança na história, o estilo ilustrado é obrigatório, e pedimos a declaração de quem é responsável legal. Não é burocracia: é o que permite dizer sim para esse pedido com segurança.

As ocasiões que mais chegam aqui

  • Aniversário

    A vida de alguém em três minutos, exibida na festa. O pedido mais comum.

  • Casamento

    Como os dois se conheceram, contado antes da entrada ou na recepção.

  • Homenagem

    Despedida ou memória de quem se foi, feita com o cuidado que o assunto pede.

  • História da família

    A trajetória dos avós, a chegada ao país, a casa que não existe mais.

Prazo, e por que pedir com antecedência

O filme fica pronto em prazo de horas, não de semanas, e você acompanha cada etapa. Ainda assim, peça com folga.

O motivo é o storyboard: é ali que você vê a história antes de virar vídeo e pede o ajuste que faz diferença. Quem chega na véspera aprova tudo às pressas e perde justamente a etapa que deixa o filme com a sua cara.

Perguntas sobre isto

Quantas fotos preciso mandar?

Poucas fotos boas rendem mais que muitas repetidas. O que ajuda de verdade é variedade: épocas diferentes, pessoas diferentes, momentos diferentes.

Cada plano tem um limite de fotos, e a triagem avisa quais não têm nitidez suficiente antes de qualquer coisa ser gerada.

Fotos antigas, tremidas ou de má qualidade servem?

Servem em boa parte dos casos, e costumam ser as mais importantes da história.

A triagem avalia cada uma e avisa quando alguma não dá para usar, antes de gastar. Foto ruim de um momento único vale mais que foto nítida de um momento qualquer.

Posso incluir pessoas que já faleceram?

Pode, e é um pedido frequente. O tratamento é ilustrado, como no resto — nunca uma imitação que simule a pessoa fazendo algo que ela não fez.

É a diferença entre homenagear alguém e colocar palavras na boca de quem não pode responder.

Comece pela história

Escolha um plano, mande as fotos e veja o storyboard antes de qualquer coisa ser gerada.

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